
1) A natureza da luz nos induz a pensar em como pode ser possível tal forma de transparecer a intimidade da matéria/energia que constrói o Cosmo.
2) Obviamente me falta muito conhecimento e mesmo falta também a necessária dedicação a remoer as fontes de conhecimento que foram por mim absorvidas desde que o tema se mostrou atraente, onde poderia estar já a explicação para o que vai abaixo aparecer e nas demais sequencias desta série. Mas não vi até então uma fonte de conhecimento que disso falasse até agora. Quem sabe alguém me salva da ignorância ao ler este blog (quanta pretensão de que alguém leia estas bem traçadas...) e caridosamente me envie material ou dados sobre o assunto.
3) Então construo agora pensamentos para estudo, que devem ser objeto de futuras análises:
- Como pode a luz de várias fontes viajar pelo espaço interestelar sem se misturar a nenhum dos outros sinais do mesmo tipo, a ponto de ser distinguido quando captado por nossos olhos (no espectro visível), sendo dado como de fonte única a ponto de nomearmos esta fonte como, por exemplo, Aldebaran?
- Sempre fico a pensar em como podemos viajar para as estrelas se o que vemos é um passado remoto, o que nos chega são fótons emitidos há bilhões de anos?
- Não estaremos indo de encontro ao passado enquanto em nosso tempo estamos no presente e aqueles que porventura nos vejam após algum tempo estarão vendo também um passado, embora saibam que deixamos está Terra (ou outra base qualquer de onde os humanos aptos se lancem)?
- Mesmo que viajemos à velocidade da luz e que possamos viver eternamente (não importa como neste momento) a viagem seria longa, muito longa e, quando chegássemos aquilo tudo estaria de forma muito diferente, já que então o tempo naquele ponto do espaço-tempo seria um acontecimento atual. Assim sendo, então será que aquela fonte de luz ainda existiria?
- Por que se uma estrela pode explodir pode também ter outros meios de perder seu brilho, desconhecidos?
- Enquanto viajamos para as fontes de luz escolhidas iremos cada vez mais de encontro ao presente do objeto. Se em dado momento nos depararmos com a iminente visão de que aquilo está prestes a sucumbir em algum tipo de destruição semelhante a um Armagedon, teremos tempo de escapar (se é que deveríamos nos preocupar com isto, sendo imortais...)?
- Aqui um paralelo se faz necessário: a imortalidade se dá sob qualquer circunstância ou tem regras bem definidas? Atingida tal condição (bebês imortais cresceriam? Jovens imortais envelheceriam? Velhos imortais deixariam de envelhecer? Ou, a imortalidade extingue automaticamente qualquer pergunta sobre o assunto?).
- Nossa luz se propaga pelo espaço, assim como a que recebemos. No espaço-tempo em que estamos vivendo, este acontecimento está em sincronia com os demais objetos do Universo? O Universo é sincrônico – tudo acontece ao mesmo tempo, embora em outro espaço - ou assíncrônico – tudo se passa em tempos diferentes e, neste caso, poderia um acontecimento ocupar o mesmo espaço? (por hoje é só).